Desfibrilador em ação, de novo.
Meses atrás postei aqui um comentário sobre a sina do Botafogo em atuar como “desfibrilador” para jogadores a caminho do ostracismo. Parece que a máquina vai entrar em operação novamente. Desta feita, contudo, para ressuscitar alguém que já a conhece muito bem: Lúcio Flávio.
O meia saiu do Botafogo no início do ano com status de “maestro” para ser o dono da mítica camisa 10 do Santos. Poucos se lembraram, na ocasião, que quando chegara ao alvi-negro, em 2006, vinha na descendente, com passagens apagadíssimas por Atlético Mineiro e São Caetano. Em três anos de General Severiano conseguiu o destaque que jamais tivera no cenário nacional. E, com a bola inflada, entendeu que não poderia adequar-se à nova política salarial estabelecida pela gestão Maurício Assumpção. Aterrissou cheio de prestígio na Vila Belmiro, mas não passou do Lúcio Flávio de outrora.
Agora, novamente em baixa, é pretendido pelo Botafogo. Sem mercado e sem moral, deve aceitar uma proposta modesta.
As perguntas que nos restam são: por que investir em um jogador que foi afastado do elenco por Márcio Fernandes e terminou abandonado por Wagner Mancini? Se não serve nem para o banco de suplentes do Peixe servirá para fazer a torcida esquecer Maicosuel?
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