Dois (ou mais) toques - Fluminense 2 x 1 Botafogo
* Convenhamos, o empate teria sido o placar mais justo para o Botafogo, muito embora o Fluminense não tenha jogado sequer para merecer um pontinho sequer. Todavia o alvinegro acreditou na vitória muito antes dela estar consolidada. E foi castigado.
* Juninho. Nem os adversários acreditam na sua capacidade. Qualquer um chega perto do zagueiro e dá um “tapa” na bola para buscar logo mais adiante. Até quando?
* Alessandro, 100 jogos. Até quando?
* Emerson. Até quando?
* Sou daqueles que acreditam que destaques das divisões de base merecem ter uma oportunidade no time profissional. E que só a constância poderá lhes dar consistência. Mas é evidente que Gabriel ainda está muito verde para encarar um clássico no Maracanã. Se deixar a timidez de lado, pode voltar a ser uma esperança.
* O trio-esperança do Botafogo (Maicosuel, Reinaldo e Victor Simões) quase nunca está junto em campo. Faltou Victor Simões contra o tricolor. Com um pouco mais de sorte, e um pouco mais de entrosamento, serão fundamentais para uma eventual semifinal da Taça Rio e, principalmente, para as finais do Carioca 2009.
* Aliás, em se falando de Reinaldo, durante a semana o atacante reclamou publicamente da apatia da torcida perante o atual momento de instabilidade do time. Talvez, se ele deixar de ser apático em campo, como o foi neste sábado, a torcida possa dar uma resposta diferente nas arquibancadas.
* Fahel marcando Thiago Neves? Não dá.
* Maicosuel fez a sua parte. Correu, buscou o jogo, partiu para cima sem medo do erro. E cobrou o pênalti da forma que Fernando Henrique merecia. Pena que um Maicosuel não foi o suficiente.
* Quando Diego acaba sendo um dos destaques da equipe, e ainda foi um dos que mais correram, dá para se ter uma idéia de como foi a participação dos demais.
* Luz amarela acesa. Declínio alvinegro ou ascensão dos rivais? Sem Fred, o Fluminense não mostrou nada de excepcional. Mas o Flamengo parece melhor e o Vasco mantém o bom nível. Está chegando a hora do Botafogo mostrar que tem bala na agulha para ter em General Severiano o troféu que interessa. Taça Guanabara virou objeto de marketing, mas para a torcida já é passado.









