dez
04
2014
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O céu em preto-e-branco

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Morreu Roberto Porto, aos 74 anos, nesta quinta-feira. O primeiro e um dos maiores entusiastas dos infogols.

O céu está branco. E preto. João Saldanha, Sandro Moreyra, Oldemário Touguinhó, Luiz Mendes, Maneco Müller  e Armando Nogueira celebram agora a chegada do mais “botafoguista” dos jornalistas botafoguenses confessos. A redação alvi-negra do andar de cima está completa. Descanse em paz, meu caro.

Escrito por Edson.T em: Sem categoria |
jun
19
2014
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Coleção completa

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Disponível na Itunes Store, da Apple,  “Campeões para Sempre – 2002” narra a trajetória de Ronaldo, Rivaldo e companhia nos gramados asiáticos e que culminou com a conquista do Pentacampeonato.

O livro está em promoção até o final da Copa, e pode ser baixado gratuitamente. Clique no botão abaixo.

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Escrito por Edson.T em: Sem categoria |
jun
09
2014
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Enfim, “Campeões para Sempre”

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Trinta e sete anos depois do primeiro desenho de gol e após seis anos de site no ar, eis que, finalmente, em parceria com a LivrosdeFutebol.Com, Infogol! está lançando a sua primeira criação: a série de e-books “Campeões para Sempre”. Trata-se de uma coleção de cinco livros digitais, com a narrativa de todas as campanhas vencedoras, ilustradas com os infográficos dos 81 gols marcados pelo Brasil na conquista do pentacampeonato mundial – incluindo os três pênaltis convertidos na decisão de 1994.

É a materialização de uma extensa pesquisa desenvolvida ao longo de sete anos, com a análise dos vídeos de 27 jogos da Seleção na íntegra, além de dezenas de livros, revistas, jornais, documentários e áudios de transmissões radiofônicas. No tablet, smartphone ou PC, os detalhes de cada jogo e os principais lances. As frases que marcaram época, curiosidades de cada competição e as fichas técnicas das partidas do Brasil. Uma visão linear do Penta, que tenta colocar sob um mesmo prisma a longa jornada eternizada por Pelé, Didi, Garrincha, Nílton Santos, Rivelino, Tostão, Gérson, Jairzinho, Romário, Bebeto, Dunga, Rivaldo, Ronaldo e todos os demais brasileiros campeões mundiais.

Campeões para Sempre” é a consolidação de um projeto de infografia iniciado neste Infogol!, que, ao longo dos anos, contribuiu com outros sítios, blogs e disponibilizou material para os livros do jornalista Rafael Casé – “Quarentinha, o artilheiro que não sorria”, biografia do maior goleador da História do Botafogo, e “21 depois de 21”, este em parceria com Paulo Marcelo Sampaio, que narra a saga da conquista do Campeonato Carioca de 1989 pelo alvinegro de General Severiano.

Primeiro livro digital a receber o selo da LivrosdeFutebol.Com – o grande portal da literatura esportiva no Brasil -, mantido pelo editor Cesar Oliveira, “Campeões para Sempre” mereceu prefácio do jornalista Roberto Assaf, um dos principais autores de livros sobre futebol e sobre a História da Seleção Brasileira. Uma grande honra e, acima de tudo, uma chancela inestimável para um jornalista bissexto em seu trabalho de estreia.


“Campeões para Sempre – 1958 – 1962 – 1970 – 1994 – 2002 – A História, os Gols, a Conquista”

Disponível nas lojas:

Amazon – (Formato .MOBI)

Apple – (Formato .EPUB)


Escrito por Edson.T em: Sem categoria |
jul
04
2013
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Os projetos sobrevivem ao tempo

O tempo é escasso e minhas viagens neste espaço andam raras. Mas os projetos do Infogol estão em andamento e devem alcançar resultados em breve. Publicar e-books é apenas o primeiro passo, ainda em 2013. Menos de um ano para a Copa do Mundo. E o projeto “Todos os Gols do Penta” entra no sprint final. Novidades no horizonte.

Escrito por Edson.T em: Sem categoria | Tags:, ,
jun
28
2010
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O Bruxa chutava demais

Observando as informações fornecidas pelo Google Analytics, percebo que muitos internautas chegam até o Infogol buscando algo sobre Marinho Chagas. É um dos argumentos de pesquisa mais usados por nossos visitantes. Apenas neste ano foram perto de 100 pesquisas, vindas de todas as regiões do Brasil e também da Itália e de Portugal. Nada mal para um jogador que encerrou a carreira há quase 22 anos.

Marinho Chagas foi meu ídolo de infância e me fez botafoguense, já contei isso em um post anterior. Recentemente, renovei a certeza de que, mesmo criança, não fiz a opção errada.  Em uma releitura de um especial da revista Placar sobre os 12 maiores times do Brasil, vi que muita gente boa votou no craque para a eleição do Botafogo de todos os tempos. E quase todos o fizeram deslocando ninguém menos que a Enciclopédia para uma outra posição, abrindo, assim, um lugarzinho para o “Bruxa”.

“Foi tão bom (o Marinho Chagas) que, para colocá-lo no time, mandei Nilton Santos para a zaga”, explicou Carlos Augusto Montenegro. “O primeiro ídolo que tive”, confessou Gustavo Póli, hoje editor do GloboEsporte.com. Para Stepan Nercessian, Marinho é “a cara do Botafogo”. “Apesar de maluco, nunca vi um lateral como ele indo ao ataque e com um chutaço”, lembrou o mestre Roberto Porto. “Nasceu no Rio Grande do Norte, era a Bomba do Nordeste. À frente do seu tempo”, analisou Sérgio Augusto, autor de Botafogo – Entre o céu e o inferno, uma das obras definitivas que contam a história alvi-negra.

Marinho jogou pelo Botafogo entre 1972 e 1976. Segundo o historiador Pedro Varanda, na mesma revista Placar, foram 183 jogos e 39 gols. Pela Seleção Brasileira, 27 partidas e 4 gols. Na última vez que marcou com a camisa canarinho, mandou duas tijoladas contra a Colômbia, pelas Eliminatórias para a Copa da Argentina de 1978. Uma goleada de 6 a 0, em março de 1977, no Maracanã. Foi o jogo de estreia de Cláudio Coutinho como técnico do Brasil – substituindo a Oswaldo Brandão – e também a primeira partida de Marinho já como atleta do Fluminense.

Dia desses eu encontrei os gols dessa partida – que na época assisti pela televisão – no YouTube. Para quem acha que Roberto Carlos é aquele que melhor bate na bola entre os laterais-esquerdos que já passaram pela Seleção, aí estão as imagens da TV Cultura, com narração de Luiz Noriega (pai do comentarista do SporTV, Maurício Noriega). Dispensam maiores comentários e não deixam espaço para comparações. Imaginem o que faria o “Bruxa” batendo em uma jabulani…

This video was embedded using the YouTuber plugin by Roy Tanck. Adobe Flash Player is required to view the video.

Escrito por Edson.T em: Sem categoria | Tags:, ,
jun
24
2010
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A noite do 21. Mais um dia para a história.

Os campeões, 21 anos depois

Poderia ter sido apenas mais uma noite de autógrafos, entre tantas outras que são realizadas todos os dias em shoppings e livrarias do Rio de Janeiro.  Mas o lançamento de “21 depois de 21“, obra de Rafael Casé e Paulo Marcelo Sampaio, acabou se transformando em uma grande festa em homenagem aos jogadores da inesquecível conquista de 1989, exatos 21 anos depois.

Placa comemorativa, jogadores assediados, homenageados e com seus autógrafos disputados como se o título tão celebrado tivesse sido conquistado dias antes. Paulinho Criciúma, Vítor, Luisinho, Mazolinha, Marquinho, Jéferson, Ricardo Cruz, Gustavo, Carlos Alberto Santos, o técnico Valdir Espinosa. Mal conseguiam circular pelo salão e, tenho a certeza, nem em junho de 1989 foram tão fotografados como nessa noite. Executivos de terno e gravata, crianças que nem haviam nascido no dia daquela final e torcedores ilustres, como o jornalista Roberto Porto e o ator Stepan Nercessian, igualavam-se na tietagem e na reverência aos heróis alvi-negros.

Respeito à tradição e ao passado, aos seus ídolos e suas conquistas. Assim é o Botafogo que eu vi na sede de General Severiano.

Quem teve o prazer de viver essa noite, como eu, certamente confirmou a sensação de que é mesmo diferente, muito diferente, ser botafoguense.

Rafael Casé, este blogueiro e Paulo Marcelo Sampaio

Vitor, que discursou em nome dos jogadores, Rafael Casé e o presidente Maurício Assumpção

A taça que Mauro Galvão ergueu em 1989

Placa comemorativa em homenagem aos campeões.

jun
20
2010
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21 depois de 21 – Chegou o dia

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Eu morava em Curitiba naquele 21 de junho. É possível até que os termômetros marcassem 12 graus naquela noite fria. É provável também que poucos vizinhos tenham entendido aquele grito de gol que veio de um apartamento térreo no bairro do Pinheirinho. Um gol esperado, sofrido, comemorado.

A voz era de Galvão Bueno, pela Globo. “Vem o Botafogo chegando. Olha o cruzamento… Maaaurício!… Goooooooooooooooooool”, soltou o narrador.

Doze minutos da segunda etapa e o sofrimento prosseguiu até o apito final. Botafogo, finalmente, campeão. E pela primeira vez, para mim, que nada sabia de coisa alguma quando o alvi-negro conquistara o título de 68.

Mal sabia eu que, passados quase 21 anos, eu estaria no mesmo Maracanã para ver o Fogão derrotar novamente o Flamengo e conquistar mais um Campeonato Carioca. E que, exatamente 21 anos depois, teria a oportunidade de participar da confecção do livro que vai contar a saga daquela inesquecível conquista invicta de 1989.

Nesta segunda-feira, 21 de junho, a partir das 19 horas, no Salão Nobre do Botafogo F.R., Rafael Casé, Paulo Marcelo Sampaio e a LivrosDeFutebol.com, do Cesar Oliveira, estarão lançando 21 depois de 21.

Casé me mandou um e-mail neste sábado confirmando a presença de vários jogadores que integraram aquela time. Paulinho Criciúma, Ricardo Cruz, Josimar, Wilson Gottardo, Marquinho, Carlos Alberto, Luisinho, Vítor, Jéferson, Gustavo, e Gabriel, além do técnico Valdir Espinosa e do auxiliar-técnico “Búfalo” Gil, estarão lá para abrilhantar a festa. Também está prevista a exibição, no telão, do documentário “Botafogo, uma constelação solitária”, do jornalista Anderson Victorino.

Uma grande noite em preto-e-branco!

jun
14
2010
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21 depois de 21 – O homem do cruzamento redentor

Botafogo 2x2 Fluminense - Clique para ampliar

Para muita gente que acompanha o futebol, Vágner Aparecido Nunes, o Mazolinha, é apenas aquele que, tomado por um sentimento de coragem inusitada, talvez tenha sido o único jogador profissional – o primeiro, com certeza – que confessou em uma entrevista ter jogado sob o efeito do doping. A matéria da revista Placar, em 1987, rendeu ao seu autor, o jornalista Carlos Orletti, o Prêmio Esso de Informação Esportiva, um ano depois da publicação.

Para os botafoguenses, todavia, Mazolinha é muito, muitíssimo mais que uma matéria da Placar. Mazolinha é aquele que saiu do banco de reservas na final de 1989 para ser um dos protagonistas da jogada que encerrou o jejum de 21 anos.  O homem que cruzou uma das mais importantes bolas da história alvi-negra.

Durante muito tempo, acreditou-se que Mazolinha vestia a camisa 14 na final, que somada à camisa 7 de Maurício, totalizava o cabalístico 21. O atacante vestia, na verdade, a camisa 16. Só que era a sua vigésima primeira partida na competição. O mesmo número de jogos de Luisinho, que fez o lançamento para Mazolinha, e de Maurício, que recebeu o cruzamento. E, se não bastasse tamanha coincidência em torno daqueles que participaram do lance capital, Mazolinha entrou no lugar de Gustavo, que, adivinhem, atuou em quantas partidas naquele campeonato? Ora, 21, é claro!

Mazolinha marcou apenas um gol em todo o campeonato, o primeiro tento do empate de 2 a 2 contra o Fluminense, pela Taça Rio, em 21 de maio – tinha que ser nesse dia mesmo. Um cruzamento de Jéferson e um peixinho que deixou paralisado o  goleiro Ricardo Pinto. Foi de cabeça, porque o pé esquerdo já estava reservado para um lance ainda mais importante, um mês depois, no outro dia 21.

Faltam 7 dias para o lançamento de “21 depois de 21”. E sete, todos sabem, é o número da camisa do Maurício…

jun
10
2010
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21 depois de 21 – Vítor levanta a tampa do caixão

Flamengo 3 x 3 Botafogo - Clique para ampliar

Era o 03 de maio de 1989. Maurício fez o primeiro gol do clássico, mas o Flamengo vira e chega a abrir 3 a 1 no placar. Gonçalves – ainda rubro-negro – marcaria um belo gol contra de cobertura, diminuindo a vantagem. O Fogão rumava para sua primeira derrota no campeonato quando, aos 43 minutos do segundo tempo, Mauro Galvão descobre Vitor, que mata a bola no peito e invade a área, deixa um Zé Carlos sentado, outro Jorginho desorientado, e empurra para as redes. Era o 3 a 3 final.

A certeza da vitória era tanta que Zico não se conteve. “Ressuscitamos um morto”, desabafou, após o jogo. Um resultado fundamental para a conquista da Taça Rio e o direito de jogar a finalíssima contra o mesmo Flamengo, que havia conquistado a Taça Guanabara. O Botafogo de Vitor prosseguia, mais vivo e invicto do que nunca, para encerrar o jejum de 21 anos.

Dia 21 de junho tem o lançamento do “21 depois de 21”, de Rafael Casé e Paulo Marcelo Sampaio. Com vinte e um infogols. O aquecimento começa com a visita ao hotsite lançado pelo livrosdefutebol.com.

jun
08
2010
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